Fim da Contemporaneidade

Fim da Contemporaneidade

Venho por meio deste poema informar que é finda
A Contemporaneidade

Vivemos a estética do todo, a Totalidade, idade do Todo
Nela não cabem mais fronteiras geográficas, étnicas, culturais, lingüísticas
O Todo é o ser humano novo, consciente de sua integração universal e cósmica

Lembrando que há ainda em cada um de nós a pré história, a antiguidade, a idade Média, a modernidade e contemporaneidade
A Totalidade não exclui nem nega as facetas de suas origens
Admite e respeita o homem ancestral e seus conhecimentos
Entende-se como partícula de um organismo maior chamado Planeta Terra
Que por sua vez é partícula de algo que não conhecemos ainda de forma precisa
Chamado, momentaneamente, de Universo

Entende que tudo o que sabe está limitado por sua capacidade cognitiva de perceber

Na medida em que a Totalidade for sendo vivida os segredos serão desvendados
Veremos o que sempre existiu: "A Árvore do Conhecimento”
E saberemos que é infinita, como são as nossas possibilidades de permanência

Os dinossauros vivem entre nós, transmutados em embalagens plásticas
O ser humano viverá no futuro transmutado em poeira cósmica.
Viva a Totalidade!

Viamão, 13 de janeiro de 2010

Fernanda Blaya Figueiró

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