Aceito
Ser marionete
É uma arte
A vida flui entre as cordas e tudo
Fica muito leve, como o rio
Que aceita a correnteza
Ou a ave que aproveita a
Direção do vento
Vejo as cordas
Em minha sombra
E não receio nada
Tudo que já escrevi me pareceu
Tão feio e sem sentido
E paradoxalmente tão
Livre nesta efemeridade
Viamão, 9 de outubro de 2009
Fernanda Blaya Figueiró
Ser marionete
É uma arte
A vida flui entre as cordas e tudo
Fica muito leve, como o rio
Que aceita a correnteza
Ou a ave que aproveita a
Direção do vento
Vejo as cordas
Em minha sombra
E não receio nada
Tudo que já escrevi me pareceu
Tão feio e sem sentido
E paradoxalmente tão
Livre nesta efemeridade
Viamão, 9 de outubro de 2009
Fernanda Blaya Figueiró
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