Meus amigos!
Escrever é estar sozinho em meio ao público, pensar em voz alta
Rir sem motivo ou chorar sem segredo
A cidade estava estranhamente limpa ontem
O sol brilhava muito forte e as sombras se esconderam
Ou talvez tenha sido o foco no meu olhar
Um desajuste entre luz, sons e movimento
Meus olhos estavam de lince
Mas um lince pesado
Que viu apuradamente só uma faceta das coisas.
Senti,
O Abismo olhava dentro de mim.
Não preciso contar que esta não é uma frase minha.
Tipo estranho de ser são os poetas,
Parece que não tem encaixe com o mundo
Com o seu próprio tempo
Tenho que acertar os ponteiros.
Faz um ano, mais ou menos, que tirei uma bela foto da lua
Só que perdi...
A lua continua, assim como as sombras, no mesmo lugar e a foto?
Viamão, 18 de maio de 2009.
Fernanda Blaya Figueiró
Escrever é estar sozinho em meio ao público, pensar em voz alta
Rir sem motivo ou chorar sem segredo
A cidade estava estranhamente limpa ontem
O sol brilhava muito forte e as sombras se esconderam
Ou talvez tenha sido o foco no meu olhar
Um desajuste entre luz, sons e movimento
Meus olhos estavam de lince
Mas um lince pesado
Que viu apuradamente só uma faceta das coisas.
Senti,
O Abismo olhava dentro de mim.
Não preciso contar que esta não é uma frase minha.
Tipo estranho de ser são os poetas,
Parece que não tem encaixe com o mundo
Com o seu próprio tempo
Tenho que acertar os ponteiros.
Faz um ano, mais ou menos, que tirei uma bela foto da lua
Só que perdi...
A lua continua, assim como as sombras, no mesmo lugar e a foto?
Viamão, 18 de maio de 2009.
Fernanda Blaya Figueiró
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