Ela não tinha este direito!
A gente não deveria se manifestar sobre tudo! Mas a vida continuou superando, em muito, a arte! A notícia, de ontem à noite - uma mulher que mata o marido, a irmã e a sobrinha e tenta o suicídio - parece uma continuação da história da mãe que tirou a vida do filho.
Um motivo totalmente paranóico e egocêntrico. Essa mulher se achava “dona” da Vida destas pessoas. Achava-se oprimida por “sustentá-los” e cobrou um pesado imposto.
Perguntas: - Há vida, depois de uma falência? - Eles sobreviveriam sem ela? - Ela os “sustentava”, ou “manipulava” suas vidas? Quem sustentava quem? Quem era dependente de quem?
Que jogo estranho!Tirando a criança, não há vítimas, só algozes.
Isso não é amor. Amor é uma coisa diferente, que faz com que todos estejam juntos, nas horas difíceis e nas horas fáceis. Amor ajuda a superar dificuldades, não cria dificuldades.
Essa “Rainha”, criou um mundo falso e se perdeu nele. Uma Tirania!
A medicina perdeu esta batalha?
A loucura deve ter iniciado muito antes, quando as "contas" ainda podiam ser acertadas.
Esse sistema social, no qual vivemos, está caduco, mesmo que isso sempre tenha existido. Reis que acabam com descendências, de outros ou a sua própria, por se acharem em “missões divinas”, ou com o poder sobre a vida do outro.
Faltou amor, sobrou loucura.
Viamão 16 de abril de 2009
Fernanda Blaya Figueiró
A gente não deveria se manifestar sobre tudo! Mas a vida continuou superando, em muito, a arte! A notícia, de ontem à noite - uma mulher que mata o marido, a irmã e a sobrinha e tenta o suicídio - parece uma continuação da história da mãe que tirou a vida do filho.
Um motivo totalmente paranóico e egocêntrico. Essa mulher se achava “dona” da Vida destas pessoas. Achava-se oprimida por “sustentá-los” e cobrou um pesado imposto.
Perguntas: - Há vida, depois de uma falência? - Eles sobreviveriam sem ela? - Ela os “sustentava”, ou “manipulava” suas vidas? Quem sustentava quem? Quem era dependente de quem?
Que jogo estranho!Tirando a criança, não há vítimas, só algozes.
Isso não é amor. Amor é uma coisa diferente, que faz com que todos estejam juntos, nas horas difíceis e nas horas fáceis. Amor ajuda a superar dificuldades, não cria dificuldades.
Essa “Rainha”, criou um mundo falso e se perdeu nele. Uma Tirania!
A medicina perdeu esta batalha?
A loucura deve ter iniciado muito antes, quando as "contas" ainda podiam ser acertadas.
Esse sistema social, no qual vivemos, está caduco, mesmo que isso sempre tenha existido. Reis que acabam com descendências, de outros ou a sua própria, por se acharem em “missões divinas”, ou com o poder sobre a vida do outro.
Faltou amor, sobrou loucura.
Viamão 16 de abril de 2009
Fernanda Blaya Figueiró
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