Boa tarde!
Escrevi este pequeno conto, meu "olhar" anda um pouco pessimista, achei este continho repetitivo, mas, vou publicar igual.
Acho que dá para associar a uma frase bem polêmica: "A grandeza de uma Nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados " Mahatma Gandhi
Quando o jornal chegar.
As noites na escuridão são muito longas. A morte vira um instrumento de liberdade e de alento. Um ser que sofre muito, por maldade e abandono, perde a vida aos poucos. Um dia perde o apetite, o ânimo, no outro o brilho no olhar. Uma hora nada mais tem importância e a manhã chega mansamente.
O silêncio vai contar tudo um dia, como as ruínas contam sobre os druidas; as marcas nas escarpas contam do oceano que um dia habitou o vale.
O pote não estava quebrado, nem virou. A chuva foi escassa naqueles dias. O sol forte! Onde estavam todos?
Jaz a casinha de madeira no meio do mato. Contando, sem contar.
Quando o jornal chegar não terá mais latido.
Viamão, 6 de março de 2009.
Fernanda Blaya Figueiró
Escrevi este pequeno conto, meu "olhar" anda um pouco pessimista, achei este continho repetitivo, mas, vou publicar igual.
Acho que dá para associar a uma frase bem polêmica: "A grandeza de uma Nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados " Mahatma Gandhi
Quando o jornal chegar.
As noites na escuridão são muito longas. A morte vira um instrumento de liberdade e de alento. Um ser que sofre muito, por maldade e abandono, perde a vida aos poucos. Um dia perde o apetite, o ânimo, no outro o brilho no olhar. Uma hora nada mais tem importância e a manhã chega mansamente.
O silêncio vai contar tudo um dia, como as ruínas contam sobre os druidas; as marcas nas escarpas contam do oceano que um dia habitou o vale.
O pote não estava quebrado, nem virou. A chuva foi escassa naqueles dias. O sol forte! Onde estavam todos?
Jaz a casinha de madeira no meio do mato. Contando, sem contar.
Quando o jornal chegar não terá mais latido.
Viamão, 6 de março de 2009.
Fernanda Blaya Figueiró
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